Olá Elizandra... Descreves uma realidade bem triste na sua experiência com a área, procurando articular sua opinião, comentários e problematizações apresentando uma descrição do processo educativo que vivencia. Porém ficam as perguntas como forma de refletirmos: Como tua escola está contextualizando hoje as orientações curriculares, a fim de que se promovam aos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, as condições necessárias para uma educação de qualidade? Até que ponto você percebe o envolvimento efetivo da escola neste processo? O seu município está promovendo discussões e qualificações, a fim de que se superem tantas outras dificuldades que ainda persistem? Como é visto em seu município a questão do oferecimento de serviços de apoio especializado? E como a família é envolvida neste processo, como é feito o chamamento?
Sabemos da importância de que a escola, a família e todos os envolvidos se contaminem pelos mesmos ideais, pois se houver participação, haverá também uma tomada de consciência, fazendo com que participem e exerçam seu papel. Sabe-se que a educação é o alicerce para o desenvolvimento de qualquer cidadão, e que incluir um aluno com necessidades educacionais especiais e garantir a possibilidade de seu crescimento, só será possível quando tivermos professores e comunidade envolvidos e realmente comprometidos com a educação. Deixar o aluno em sala regular e não atender o que realmente ele necessita, não é inclusão. A caminhada é longa, mas é preciso lutar para que se garantam a todos as mesmas oportunidades para estudar, para trabalhar, para ter lazer e praticar esportes enfim, para ter acesso a todos os bens produzidos socialmente. Para isso, é necessário que haja por parte da escola, preparação para a Inclusão, ou seja, a flexibilização do currículo por intermédio das adaptações e novas práticas, para que através das aprendizagens, o indivíduo alcance um real desenvolvimento integral. Segundo Hilde Cristina:
"A escola deve ser vista como um lugar em contínua transformação, onde o professor precisa aprender a trabalhar com a singularidade e a diversidade."
Fico aguardando nesta segunda parte do Dossiê tuas reflexões acerca das Políticas de Inclusão Escolar, resgatando dados sobre os processos inclusivos na realidade da rede de ensino em que atuas,possibilitando que se aproprie ainda mais dos conhecimentos necessários para uma maior fundamentação da sua prática e superação dos problemas identificados. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi
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Comments (3)
Gi said
at 4:02 pm on Apr 24, 2009
Olá Elizandra... Descreves uma realidade bem triste na sua experiência com a área, procurando articular sua opinião, comentários e problematizações apresentando uma descrição do processo educativo que vivencia. Porém ficam as perguntas como forma de refletirmos: Como tua escola está contextualizando hoje as orientações curriculares, a fim de que se promovam aos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, as condições necessárias para uma educação de qualidade? Até que ponto você percebe o envolvimento efetivo da escola neste processo? O seu município está promovendo discussões e qualificações, a fim de que se superem tantas outras dificuldades que ainda persistem? Como é visto em seu município a questão do oferecimento de serviços de apoio especializado? E como a família é envolvida neste processo, como é feito o chamamento?
Gi said
at 4:02 pm on Apr 24, 2009
Sabemos da importância de que a escola, a família e todos os envolvidos se contaminem pelos mesmos ideais, pois se houver participação, haverá também uma tomada de consciência, fazendo com que participem e exerçam seu papel. Sabe-se que a educação é o alicerce para o desenvolvimento de qualquer cidadão, e que incluir um aluno com necessidades educacionais especiais e garantir a possibilidade de seu crescimento, só será possível quando tivermos professores e comunidade envolvidos e realmente comprometidos com a educação. Deixar o aluno em sala regular e não atender o que realmente ele necessita, não é inclusão. A caminhada é longa, mas é preciso lutar para que se garantam a todos as mesmas oportunidades para estudar, para trabalhar, para ter lazer e praticar esportes enfim, para ter acesso a todos os bens produzidos socialmente. Para isso, é necessário que haja por parte da escola, preparação para a Inclusão, ou seja, a flexibilização do currículo por intermédio das adaptações e novas práticas, para que através das aprendizagens, o indivíduo alcance um real desenvolvimento integral. Segundo Hilde Cristina:
"A escola deve ser vista como um lugar em contínua transformação, onde o professor precisa aprender a trabalhar com a singularidade e a diversidade."
Gi said
at 4:02 pm on Apr 24, 2009
Fico aguardando nesta segunda parte do Dossiê tuas reflexões acerca das Políticas de Inclusão Escolar, resgatando dados sobre os processos inclusivos na realidade da rede de ensino em que atuas,possibilitando que se aproprie ainda mais dos conhecimentos necessários para uma maior fundamentação da sua prática e superação dos problemas identificados. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi
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